INFERTILIDADE

TÉCNICAS UTILIZADAS

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

A estimulação ovariana não é tão intensa como nos tratamentos de alta complexidade, como a FIV, pois objetiva-se a formação de poucos folículos maduros, em média de 2 a 3, para não ocorrer o risco de gravidez múltipla.

São realizadas as etapas de indução da ovulação e monitorização, de modo que quando um ou mais folículos atingem diâmetro igual ou superior a 18mm, procede-se a administração do hormônio HCG. Habitualmente, 36 horas após o uso deste hormônio, a ovulação ocorre. Após este período, é realizada a introdução do sêmen capacitado no fundo uterino para que haja o encontro do espermatozoide com o óvulo nas trompas, e ocorra a fertilização.

Introdução do sêmen capacitado no fundo uterino

A Sonda de Sydney penetra através do canal do colo do útero baseado no Teste do Cateter

Indicações de IA

• Deficiência ou ausência de muco cervical

• Fator obstrutivo no canal cervical

• Destruição do canal cervical (inflamação crônica)

• Anovulação

• Fator imunológico

• Alterações discretas na qualidade do sêmen

Fertilização in vitro

Nos programas de fertilização in vitro, a paciente submete-se também a estimulação ovariana e monitorização por ultrassonografia (USG) e dosagens hormonais. Nos casos de fertilização os protocolos de indução fazem uso de bloqueios ovarianos para que não ocorra a ovulação.

Quando um ou mais folículos atingem um diâmetro igual ou superior a 17-18mm, faz-se a administração do hormônio HCG. Na fertilização fazemos a aspiração dos óvulos em centro cirúrgico, guiada por USG transvaginal e sob leve sedação.

O procedimento de FIV pode ser realizado utilizando-se duas técnicas:

Na FIV convencional, os espermatozóides são postos em contato com os óvulos aspirados numa placa especial e espera-se que um espermatozoide penetre em cada óvulo espontaneamente para haver a fertilização, que pode ser observada em 18 horas aproximadamente.

• Na técnica de injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), os óvulos aspirados são desnudados pela enzima hialuronidase para que um espermatozoide seja injetado por meio de uma agulha especial dentro de cada óvulo, para que a fertilização ocorra. A fertilização é observada de 18 a 24 horas. Como existem maiores falhas de fertilização na técnica de FIV convencional, a Clínica Pró Nascer realiza de rotina a técnica de ICSI em todos os procedimentos de fertilização in vitro.

• Idade feminina avançada (acima de 40 anos)

• Obstrução tubária bilateral

• Aderências (endometriose)

• Ovários policísticos

• Alterações importantes do sêmen

• Insucesso em ciclos de inseminação artificial

• Traumatismos medulares

• ISCA (infertilidade sem causa aparente)

Surgiu no meio científico para o século 21 uma nova ferramenta para a FIV, capaz de aumentar a taxa de gravidez para 70%. A técnica revolucionária do Super-ICSI ou IMSI (Injeção intracitoplasmática de espermatozoides selecionados morfologicamente) aumenta em aproximadamente 7.000 vezes a visualização dos espermatozoides ao microscópio. Esta técnica tornou possível a escolha do “melhor espermatozoide” a ser injetado em um óvulo maduro na ICSI.

Transferência Embrionária: Após 3 a 5 dias de cultivo no laboratório em condições super controladas, os embriões são colocados em um catéter e transferidos por via vaginal para o útero materno. No caso, a lupa utilizada para manipulação dos embriões e seu e carregamento no cateter de transferência possui uma câmera acoplada com as imagens projetadas para um televisor presente no centro cirúrgico. Em seguida, a inserção da guia de transferência do cateter é realizada até próximo ao fundo uterino, com posterior inserção do cateter contendo os embriões. Por fim, o cateter é devolvido à bióloga para a checagem da eficácia da transferência dos embriões para o útero. Assim, todo o passo-a-passo da transferência embrionária, desde o carregamento dos embriões até a inserção do cateter, são acompanhados visualmente pelo casal, garantindo total transparência do procedimento. O teste do cateter feito previamente é de importância vital para se percorrer o melhor trajeto com o cateter até o útero no dia da transferência.

De acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina podem ser transferidos até 4 embriões para o útero materno, dependendo da idade da paciente. O número de embriões a serem transferidos é uma escolha do casal, que assina um termo de consentimento.

Criopreservação de gametas e embriões: A clínica dispõe de tecnologia avançada no congelamento de embriões e gametas. Se houverem embriões excedentes procede-se ao congelamento pela técnica de vitrificação, considerada mundialmente como a mais eficaz no congelamento. Os pacientes podem optar ainda pelo congelamento de gametas para uso posterior

Doação de óvulos: No Brasil, o Conselho Federal de Medicina estipulou normas éticas para orientar a organização de programas de doação de óvulos. A doação nunca poderá ter caráter lucrativo ou comercial e as doadoras não devem conhecer a identidade das receptoras e vice-versa. A escolha das doadoras é de responsabilidade da clínica, que dentro do possível deverá garantir a maior compatibilidade possível. Programas de doação de gametas (espermatozóides/óvulos) e útero de substituição (útero de aluguel) fazem também parte dos tratamentos dos tratamentos disponíveis.

Procedimentos urológicos: Pacientes que necessitam de acompanhamento urológico são encaminhados ao médico urologista que indica o tipo de procedimento a ser realizado para a obtenção de espermatozoides: aspiração de epididimo e/ou biópsia de testículo. Estes procedimentos são realizados no centro cirúrgico pelo cirurgião urologista sob anestesia. O material obtido é encaminhado ao laboratório de andrologia para ser processado e posteriormente utilizado para FIV (ICSI).

Assisted Hatching: Técnica que consiste do uso do laser para efetuar uma pequena ruptura da zona pelúcida que circunda o embrião para posterior implantação. Em casos de embriões com essa zona pelúcida espessa, pacientes de mais 40 anos ou em embriões que passaram pelo processo de criopreservação, o assisted hatching induzido com o laser é necessário para melhorar as chances de implantação embrionária. No caso, pra isso acontecer, o embrião precisa mesmo romper essa barreira da zona pelúcida e se infiltrar no endométrio. Assim, com a disponibilidade do laser para facilitar esse processo, foi comprovado que as chances de gravidez aumentam com o uso dessa ferramenta.

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